Mercado livre de energia: ambiente permite que empresas negociem o preço da eletricidade


Modalidade dispensa reajustes anuais e ignora bandeiras tarifárias; confira e-book com todos os detalhes
Mercado livre de energia: ambiente permite que empresas negociem o preço da eletricidade
Redução de custos é uma das vantagens do mercado livre de energia (Arte/Tutu)

As empresas podem ter uma redução sensível nos gastos com eletricidade ao migrarem para o chamado “mercado livre de energia”.

Acontece que, em geral, estabelecimentos comerciais consomem energia de um modo similar ao de residências: utilizam eletricidade ao longo do mês e, depois, pagam uma fatura correspondendo à quantidade consumida.

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Tal conta, além de reajustada anualmente pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), é afetada pelo sistema de bandeiras tarifárias, que encarece o custo da eletricidade quando o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas está baixo.

No entanto, as empresas não precisam necessariamente se prender a este modelo. Isso porque é possível negociar o preço da eletricidade no mercado livre de energia.

De forma resumida, é um ambiente de negociação livre no qual estabelecimentos comerciais e de serviços, fábricas, shopping centers, entre outras instalações privadas, podem comprar energia de fontes geradoras – inclusive, pagando menos do que no mercado tradicional.

Para auxiliar os empreendedores, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) elaborou um e-book que traz todos os detalhes sobre o mercado livre de energia.

Para conferir o material, é muito simples: acesse o Fecomercio Lab.

Fonte: FecomercioSP

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