Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), todos os anos, acidentes causados por falhas mecânicas em rodovias federais oscilam entre 5% e 7% do total de ocorrências registradas nas estradas, uma fatia relevante e que poderia ser reduzida a partir da manutenção frequente de sistemas críticos como o de arrefecimento de motocicletas.
No caso das motos, o sistema de arrefecimento é o que garante que o motor trabalhe na temperatura ideal, tendo em vista que o excesso de calor não apenas reduz a performance, mas pode causar danos estruturais graves. Para o arrefecer, segundo o piloto de motovelocidade e embaixador da marca Tirreno, Leandro Mello, existem três tecnologias principais:
- Arrefecimento a ar: O motor possui “aletas” (barbatanas) que dissipam o calor através do contato direto com o vento. É simples e leve, mas pouco eficiente em trânsito parado ou sob esforço extremo.
- Ar e óleo (misto): Um upgrade onde o lubrificante circula por um radiador de óleo para ajudar na troca térmica. É o equilíbrio ideal para quem faz uso misto entre cidade e estrada.
- Arrefecimento líquido: O sistema mais sofisticado, que utiliza um radiador e fluido (água desmineralizada + aditivo); é indispensável para motos de alta potência e para quem enfrenta o trânsito pesado de cidades metropolitanas.
O risco do motor “ferver”
Segundo o embaixador, motos com sistema líquido podem “ferver” devido ao baixo nível de fluido, a problemas na bomba d’água ou à válvula termostática. Já os modelos a ar e óleo também apresentam sintomas de colapso: sem a circulação de ar necessária ou com o óleo baixo, o motor pode superaquecer, resultando em perda de potência e na emissão de fumaça azul pelo escapamento, representando um sinal claro de que o óleo está sendo queimado internamente.
Nesse sentido, Leandro Mello reforça que a manutenção preventiva é o melhor investimento contra acidentes como esse e prejuízos: “O aditivo não é apenas uma recomendação, é uma necessidade para preservar a integridade mecânica. Ele eleva o ponto de ebulição, permitindo que o motor funcione com segurança mesmo sob temperaturas extremas, além de evitar a corrosão interna do sistema”, explica.
O piloto destaca que o uso de produtos prontos para uso facilita a vida do motociclista, garantindo que componentes durem muito mais e evitando quebras inesperadas que contribuem para as estatísticas de acidentes nas rodovias. “Um bom exemplo é o aditivo para radiador Aditech Moto da Tirreno que, devido à sua composição de aditivação e base de etilenoglicol, é um produto que entrega a proteção e promove a troca térmica correta à sua moto”, conclui Mello.
Fonte: Balcão Automotivo























