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Sindipeças projeta faturamento de R$ 165,7 bi em 2022

Após enfrentar um desarranjo nas cadeias produtivas provocado pela escassez de matérias-primas, o setor industrial de autopeças continua sofrendo com o desabastecimento global dos semicondutores. E o ano de 2022 será determinante para virar esse jogo. Segundo o presidente do Sindipeças, Dan Ioshpe, a situação deve ser normalizar ao longo de 2022 a partir da reorganização das cadeias produtivas e de uma melhor compreensão das novas demandas.

Mas não é só isso. O executivo continua batendo na tecla da urgência de uma reforma tributária que resulte na criação de uma legislação capaz de aprimorar a incidência de impostos sobre o consumo de bens e serviços a partir de um imposto único sobre o valor agregado. Na visão de Dan Ioschpe, tal aprimoramento será fundamental para reduzir o chamado custo Brasil e impulsionar o tão sonhado crescimento econômico. Mesmo diante de um cenário tão desafiador, a última projeção divulgada pelo Sindipeças, em setembro, aponta para uma perspectiva de expansão de 4,8% no faturamento do setor em comparação ao ano anterior. Isso representaria um faturamento de R$ 165,7 bilhões – importante considerar que o dado de faturamento é nominal, portanto, a inflação está contida nele.

Neste montante estará contida, ainda segundo a projeção, uma participação de 18,2% do mercado de reposição, índice melhor que os 17,4% projetados para 2021, mas inferior aos 19,5% estimados em 2020. A conjuntura, as perspectivas para o setor e as inovações tecnológicas que impactarão o mercado serão aprofundadas durante o 3º Encontro da Indústria de Autopeças, a ser realizado em 20 de junho do ano que vem. As inscrições já podem ser feitas no site do Sindipeças.

Fonte: Novo Varejo

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