Niterra lista riscos de fazer a manutenção do veículo em casa


Empresa alerta sobre problemas bastante comuns associados à prática do autorreparo
Niterra lista riscos de fazer a manutenção do veículo em casa

Observa-se hoje uma tendência entre entusiastas automotivos – influenciados por programas de TV e plataformas de streaming – de realizar a manutenção de seus veículos por conta própria, em casa. Atenta a esse movimento, a Niterra, multinacional japonesa detentora das marcas NGK e NTK e especializada em componentes para sistemas de ignição e sensores automotivos, alerta sobre cinco problemas bastante comuns associados à prática do autorreparo:

1- Danos aos sistemas eletrônicos do veículo: os carros atuais estão equipados com alta tecnologia embarcada, tornando necessário um conhecimento técnico profundo para fazer reparos. A falta desse know-how pode resultar em danos aos sistemas eletrônicos do veículo;

2- Falta de equipamentos de alto custo para o diagnóstico: o processo de diagnóstico muitas vezes requer o uso de equipamentos especializados, como scanners, osciloscópios e multímetros. Esses dispositivos têm custos elevados e são essenciais para identificar problemas de maneira precisa;

3- Uso de ferramentas inadequadas: algumas manutenções exigem ferramentas específicas e dedicadas a determinados modelos ou motores, cujo custo pode ser elevado. A utilização de ferramentas inadequadas pode resultar em prejuízos aos componentes do automóvel;

4- Troca desnecessária de peças: a popularidade de vídeos de manutenção nas redes sociais levou a uma tendência de substituir peças sem a devida necessidade. Materiais nobres e processos complexos de fabricação tornam alguns componentes mais caros e a troca indevida pode aumentar significativamente os custos de reparo;

5- Riscos de segurança e normas não seguidas: trabalhos que envolvem combustível, eletricidade, elevação de cargas e ergonomia exigem a aplicação de normas de segurança específicas e o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). A não conformidade com essas normas pode colocar a segurança em risco.

Boas práticas na manutenção

Para estar alinhado com as melhores práticas de manutenção, o motorista deve sempre buscar o auxílio de um mecânico de confiança. Entretanto, o entusiasta automotivo pode executar inspeções básicas importantes, como em relação ao nível do óleo do motor e óleo de direção hidráulica, nível de fluidos de freio e arrefecimento, funcionamento de luzes, setas, faróis, e calibragem e desgaste dos pneus. O reservatório do fluido de arrefecimento (radiador) não deve ser aberto com o motor aquecido porque há riscos de acidentes – todos os reservatórios, aliás, devem ser fechados de forma correta.

“Muitos veículos possuem, no painel de instrumentos, um indicador de revisão, normalmente por quilometragem ou tempo, e mesmo que seja realizada a manutenção de forma independente, é recomendável efetuar a programação do painel. Dessa forma, não se perde o alerta da próxima revisão”, destaca Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra do Brasil. 

“Para intervenções mais complexas é preciso conhecimento aprofundado e ferramentas especializadas, por isso não convém tentar esse tipo de manutenção em casa”, alerta Mori. “Devemos observar que os automóveis modernos utilizam óleos (motor/transmissão, fluido de freios e arrefecimento) específicos e o uso de produtos fora de especificação pode gerar danos ao motor. Além de todos esses cuidados, devemos promover o correto descarte dos resíduos para não gerarmos danos ambientais.”

Manutenção de componentes de ignição e sensores

No caso de sinais de aumento de consumo de combustível, tanto o sistema de ignição quanto o de injeção devem ser observados. Produtos como velas, cabos e bobinas que integram o sistema de ignição devem ser inspecionados conforme o plano de manutenção do veículo ou a cada 10 mil quilômetros. Já sensores de oxigênio, rotação, temperatura, MAP, TPS e velocidade, que fazem parte do sistema de injeção, devem ser inspecionados anualmente ou quando o veículo apresentar alguma falha.

A Niterra conta com uma ampla linha de componentes para o sistema de ignição e sensores fornecidos para o mercado de reposição, respectivamente, pelas marcas NGK e NTK. A empresa também disponibiliza uma consulta rápida em seu site www.ngkntk.com.br para identificar as peças corretas para cada tipo de veículo e evitar problemas durante a manutenção.

Sobre a Niterra

A multinacional NGK SPARK PLUG entrou em um processo de expansão e passou a se chamar Niterra Co., Ltd.. Fundada em 1936, em Nagoya, no Japão (JAP) é a maior fabricante e especialista mundial em velas de ignição, com forte presença em todos os continentes. No Brasil, a empresa atua há 64 anos, conta com cerca de 1.300 funcionários e possui uma fábrica com 625 mil m² em Mogi das Cruzes (SP). Em 2023, a companhia passou a se chamar oficialmente Niterra – a combinação das palavras latinas niteo e terra, que significam, respectivamente, “brilhar” e “planeta terra”. Trata-se de um marco na história do grupo o novo nome, que expressa o comprometimento em contribuir para uma sociedade mais ambientalmente sustentável e um planeta mais brilhante, bem como reflete tanto a jornada da empresa pela expansão contínua de seu portfólio de negócios quanto as transformações em curso na indústria automotiva, conforme o Plano de Gestão de Longo Prazo NGK SPARK PLUG 2030, que estabelece a direção da organização em cinco diferentes segmentos: Mobilidade; Medicina; Meio Ambiente & Energia; Comunicações; e Agronegócio. As marcas NGK (componentes automotivos) e NTK (sensores) foram mantidas para ambos os negócios. Para mais informações, acesse http://www.ngkntk.com.br/.

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