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MINISTÉRIO TRANSFORMA DELEGACIAS DO TRABALHO EM SUPERINTENDÊNCIAS

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Brasília, 27/10/2005 – Passando por um amplo processo de modernização e assumindo uma nova postura, as Delegacias Regionais do Trabalho (DRTs), procuram atender melhor o cidadão em programas de geração de empregos e renda. Segundo o ministro, Luiz marinho, elas estão sendo transformadas em superintendência regionais e seus dirigentes vão representar o ministro do Trabalho no Estado.

Garante o ministro, “As DRTs vão atuar ativamente no atendimento ao sistema publico de emprego, principalmente nas ações de geração de emprego renda e também na implementação das políticas sociais. Esse vai ser o novo perfil das Delegacias Regionais do trabalho no atual governo”, garante o ministro.

Para dar o suporte necessário e adequar as Delegacias a essa nova função, a secretaria-executiva vem investindo em treinamento e na aquisição de equipamentos. Explica o secretário executivo do ministério, Alencar Ferreira, “Vamos estruturar cada regional de acordo com sua demanda de serviço”, afirma.

Pra o coordenado desse processo o secretário executivo adjunto Denílson Nunes da Silva, a modernização é uma exigência social. “hoje as delegacia já não podem simplesmente se ater ao papel de fiscalizadoras. Elas devem focar também sua atuação no sistema publico de empregos e renda, orientando de maneira a tornar esses programas mais eficientes. A idéia é transformar as Delegacias Regionais em verdadeiras agencias de atendimento ao cidadão.”

A intenção com esse projeto e dar as delegacias além dos serviços que já exercem, como a fiscalização e a mediação de conflitos, as DRTs vão dar apoio a programas como o Primeiro Emprego e Economia Solidária.

Os Consórcios Sociais da juventude atuam em praticamente todos os estados e os resultados alcançados mudaram o eixo do Programa Primeiro emprego, que está mais voltado para a qualificação. Terá como foco também as ONGs, cooperativas populares e instituições financeiras voltadas para o empreendimentos populares solidários, empresas autogestionárias, cooperativas de agricultura familiar ou cooperativas de prestação de serviço que buscam alternativas para a geração de renda aos setores menos favorecidos, que não conseguem se inserir no mercado de trabalho.

Para atender a esses segmentos, o governo atual criou a secretaria Nacional de Economia Solidária com a finalidade de atuar nessas iniciativas, implementando ações diretas ou por meio de contratação de agencias de fomento. “Queremos as regionais mais focadas no atendimento a sociedade”, Finaliza.

Assessoria Jurídica

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