Siga-nos:

Como montar uma equipe campeã para os desafios de 2018

Compartilhar:

por Marcos Guglielmi (*)

 

Gerenciar pessoas é provavelmente uma das atividades que o empresário considera mais complexa, seja ele de que ramo for. Isso porque sua formação, experiência e especialidade não o levaram ao desenvolvimento de habilidades para liderar e contratar pessoas, e esses sempre são desafios. Claro que por isso existem profissionais de RH na maioria das empresas, porém mesmo esses recebem demandas e direcionamentos específicos dos dirigentes na hora de contratar, e quando essa orientação está mal conceituada, os problemas surgem em pouco tempo.

Que gestor nunca teve problemas com a equipe? Ou nunca precisou confiar mais tarefas e responsabilidades as pessoas sem poder contar com elas por causa dos comportamentos difíceis? Ao final, os conflitos internos, apesar da virtuosa capacidade técnica dos profissionais gera resultados ruins.

Isso acontece muito, e por um motivo simples. Sobretudo nas gerações atuais, o comprometimento do trabalhador está intimamente ligado a seus ideais. Uma dissonância entre a missão, visão e valores da empresa, com relação aos valores do funcionário geram falta de comprometimento e até antagonismo.

Isso porque existe uma falta de alinhamento entre equipe e empresa em relação à cultura e a o que cada um valoriza. Geralmente se a equipe é ruim é porque provavelmente foi contratada de forma errada. Estatísticas mostram que 81% das empresas mandam alguém embora por causa do comportamento e muito pouco por questão técnica. Muitos realmente acreditam que o técnico dá conta de tudo, mas não é isso que diferencia, na grande maioria das vezes, uma gama de profissionais da mesma área.

Ocorre que na hora de contratar há provas técnicas, perguntas técnicas, foco na experiência e pouco se fala do relacionamento com colegas de trabalho, atitudes de equipe, análises comportamentais através de testes, etc. Olhar currículo e experiência é só metade do caminho. Quando muito do olhar se coloca no FAZER e pouco no SER do colaborador, gera-se o paradoxo de se contratar alguém bom tecnicamente, mas que não se encaixa na cultura e valores da empresa, tonando-se um mal dentro da estrutura.

Contratar por um critério e dispensar por outro é uma falha do administrador na hora de cuidar da sua equipe. Ele não confia, porque ele mesmo não está atento. É preciso ter processos, e pessoas que se enquadrem na cultura da empresa e nos resultados que ela quer. Os valores pessoais ganharam muito impacto na sociedade atual, e se a empresa não está de acordo com o seu funcionário, e vice e versa, a produtividade e logo os resultados vão cair por terra.

Uma solução para isso vem de técnicas ligadas ao coaching e consultoria empresarial. É quando se ensina empresários e dirigentes a dar mais valor às questões comportamentais que apenas às experiências e técnicas. Mudando a visão de quem comanda, ele passa a contratar melhor. Há uma coerência e um maior valor dado ao ser de cada um, e na entrevista você consegue observar coerência no comportamento, nas respostas, e assim se contrata pessoas mais alinhadas aos valores desejados, e se barra até mesmo os “espertos” que buscam burlar o sistema, pois a coerência lhes faltará em algum momento do processo.

Esse é o segredo para montar uma equipe campeã e encarar um ano cheio de novas oportunidades. Não é nenhum bicho de se sete cabeças, e pode prevenir diversos problemas internos. Basta ter atenção e processos com real inteligência empresarial.

(*) Marcos Guglielmi é empresário e sócio fundador da ActionCOACH São Paulo.

Sobre a ActionCOACH São Paulo: https://acsaopaulo.com.br / 11 3862-8423

Informações para a imprensa:

InformaMídia Comunicação

Welton Ramos

welton@informamidia.com.br

(11) 2834 9295 / (11) 98760 7396

Nenhum comentário

Deixe um comentário